Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente

Prefeitura de Itabuna, através da SEAGRIMA apura ocorrência de peixes mortos no Rio Cachoeira

Prefeitura de Itabuna, através da SEAGRIMA apura ocorrência de peixes mortos no Rio Cachoeira
A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Itabuna (SEAGRIMA), informa que recebeu uma notificação sobre a presença de peixes mortos no Rio Cachoeira no início desta semana. Itabuna é parte interessada por integrar a bacia hidrográfica com outros 11 municípios.

Por isso, o secretário Zé Alberto (PSB) acionou a equipe técnica de fiscalização do Departamento de Meio Ambiente da Secretaria para realizar uma vistoria, avaliar as condições ambientais e identificar possíveis causas da mortandade de peixes no principal corpo d’água da cidade.

A apuração inclui análises da qualidade da água e a investigação de possíveis contaminantes, além de vistoria no trecho urbano do rio que integra uma bacia hidrográfica com 12 municípios, de sua foz, em Ilhéus, às nascentes dos principais tributários em Itapetinga e Itororó, no médio sudoeste baiano.

Além disso, a SEAGRIMA se articula em ações com a Secretaria de Meio Ambiente da Bahia (SEMA), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano (AMURC), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e a Empresa Municipal de Águas e Saneamento (EMASA).

A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (SEAGRIMA) continuará acompanhando a situação em nível local e adotando as providências cabíveis para esclarecer as causas da ocorrência e contribuir para a proteção ambiental do Rio Cachoeira.

Também vai requerer ao Governo do Estado, através de sua estrutura, medidas mitigadoras para a recorrente questão da baixa oxigenação das águas da Bacia Hidrográfica do Rio Cachoeira diante da escassez hídrica, estiagem longa e poluição por efluentes e esgotos sanitários que a cada ano, agravada no período por conta do fenômeno com o El Niño.

Também há suspeita de poluição por defensivos agrícolas nas pastagens que escorrem para o leito do rio com as chuvas, PH elevado, coliformes fecais e amônia nas águas. Sem contar que há problemas relacionados à falta de tratamento de esgotos sanitários na maioria dos 12 municípios que integram a Bacia Hidrográfica do Rio Cachoeira.

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